

Já segundo a Associated Press, Conrad Murray deverá ser acusado também de negligência grave, considerando o tratamento dado ao cantor muito extremo comparado às condutas normais.
Uma fonte não identificada disse ao site de celebridades TMZ que a investigação da polícia foi 'exaustiva' e complicada, pois o médico não violou nenhuma lei ao administrar o anestésico propofol a Michael Jackson.
A AP ouviu Miranda Sevcik, porta-voz de Murray em Houston e seu advogado, Edward Chernoff, e ambos disseram que o médico não comentaria as conclusões do inquérito e reiteraram que ele nem prescreveu nem administrou nada que pudesse ter matado Michael Jackson.
O Rei do Pop morreu em sua casa em Los Angeles em junho passado, onde se encontrava sob os cuidados de Murray enquanto se preparava para uma ambiciosa turnê.
A promotoria de Los Angeles espera que a Polícia de Los Angeles termine de revisar o caso antes de apresentá-lo a um grande júri.
Para provar a acusação de homicídio involuntário, as autoridades devem demonstrar que houve uma ação imprudente e temerária que envolvia um risco de morte ou de um grande dano corporal. Entre os medicamentos encontrados na casa de Jackson estava o propofol e as várias autópsias concluíram que o cantor morreu por uma intoxicação proveniente desta droga. Supõe-se que somente anestesistas profissionais possam aplicar o propofol.
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